Transição de carteira
Quando a remuneração de quem te atende depende do giro da sua carteira, o problema não é a pessoa, é o incentivo. Mudar de assessor sem mudar o modelo só troca o nome de quem causa a perda.
Sinais de alerta
Sua carteira muda de composição toda hora, sem que os seus objetivos tenham mudado. E cada troca gerou custo.
COEs, estruturados e fundos exóticos entraram na carteira sem que você soubesse explicar por que estão lá.
Planos com taxas altas, contratados anos atrás, que nunca foram revisados. A revisão não gera comissão.
Recebeu recomendações de produto desde o primeiro dia, mas nunca um planejamento com objetivos de curto, médio e longo prazo.
A metodologia
Sair de uma carteira ineficiente não é vender tudo e recomeçar. É um processo técnico, com ordem certa e custo controlado.
Raio-X completo da carteira atual: custos visíveis e ocultos, produtos conflitados, concentrações, tributação embutida e prazos de carência.
Você recebe: um relatório claro do que tem, quanto custa e onde estão as ineficiências, antes de qualquer decisão.
Cada posição tem um destino e uma janela: o que sai agora, o que espera vencimento, o que espera janela tributária, o que permanece.
Você recebe: um cronograma de migração com a ordem, o motivo e o custo estimado de cada movimento.
Depois da migração, o sucesso é medido pela aderência ao plano, não pelo número de operações no mês.
Você recebe: revisões periódicas, métricas claras e visibilidade total, em reais, do que paga pelo serviço.
O que muda
Remuneração por produto e por giro. Quanto mais movimentação, maior a receita de quem te atende. A conversa começa pelo produto. O sucesso é medido em vendas.
Transparência total sobre remuneração: você sabe, em reais, quanto paga e por quê. A conversa começa pelo plano. O sucesso é medido pela aderência aos seus objetivos.